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Cuiabá Placas é uma empresa especializada no ramo de estampagem de placas veícular, atuando no mercado há mais de 29 anos, utilizando produtos da mais alta qualidade e moderninadade. Com a implantação das placas no padrão MERCOSUL,  modernizamos nossos equipamentos, capacitamos nossos colaboradores para que haja eficiência nos resultados de estampagem das placas conforme exigencias do Denatran (Departamento Nacional de Transito). 

PLACAS PADRÃO MERCOSUL

(40×13 cm- carro)  

(20×17 cm- moto)  

O novo modelo de Placas de Identificação Veicular (PIV), padrão Mercosul, está em vigor desde o dia 17 de fevereiro, em Mato Grosso. No primeiro momento de implantação, a obrigatoriedade da nova placa é somente para os seguintes casos:
- Primeiro emplacamento do veículo;
- Substituição de qualquer das placas em decorrência de mudança de categoria do veículo;
- Furto, extravio, roubo ou dano da referida placa;
- Mudança de município ou de Unidade Federativa;
- Necessidade de instalação da segunda placa traseira, perda ou dano no lacre.
O proprietário de veículo que desejar fazer a troca voluntária para o novo modelo de placa também poderá fazer o emplacamento.

Modelo Placa de Carro

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Modelo Placa de Moto

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Cuiabá Placas

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Primeiro Sistema de Placas

1901 a 1941

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Segundo Sistema de Placas

1941 a 1969

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Terceiro Sistema de Placas

1969 a 1990

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Quarto Sistema de Placas

1990 a 2020

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Quinto Sistema de Placas

Atual

História
Placas de identificação de veículos no Brasil

Desde 1901, houve vários sistemas de emplacamento no Brasil: de 1901 a 1941 os sistemas de licenciamento e emplacamento eram de competência municipal. De 1901 a 1915, não havia indicação de município e não havia padronização no material, nem nas cores dos caracteres das placas, uma vez que estas - sempre com fundo preto - eram feitas a mando dos proprietários.[4] De 1915 a 1941, o sistema passou a indicar se o veículo era particular (quando se usava a letra P) ou de aluguel (com a letra A)
Em 1941, o sistema, ainda totalmente numérico, indo de um a sete caracteres agrupados de dois em dois (nos formatos 1, 12, 1·23, 12·34, 1·23·45, 12·34·56 e 1·23·45·67), passa a ser de competência dos estados e do Distrito Federal, com placas pertencentes ao proprietário e não ao veículo, como nos sistemas anteriores.[4] Em 1969, o sistema passa a ser alfanumérico, nos formatos AB1234 para veículos em geral e AB123 para motocicletas. Nele, as placas voltaram a ser pertencentes ao veículo, tal como ocorre até a atualidade, mas cada um dos estados, dos territórios e o Distrito Federal mantinham bases próprias, de modo que era possível que uma dada combinação alfanumérica existisse em várias localidades, ou que a placa de veículo AB0123 fosse confundida pelos sistemas computadorizados com a placa de motocicleta AB123,[5] situações que foram extintas com adoção da base Renavam, que é nacionalizada e na qual um veículo permanece com a mesma combinação, salvo exceções, do primeiro emplacamento à baixa.[6] As placas com duas letras deixaram de ter validade com a Resolução 99/1999, que facultou aos Detrans a possibilidade de estabelecer calendários próprios para a substituição das placas, dentro da data-limite de 31 de dezembro de 1999.[7] As limitações técnicas do sistema com duas letras e quatro números levaram à implantação, a partir de 1990, de um novo sistema de identificação dos veículos com o acréscimo de uma letra ou de uma letra e um dígito (passando do formato AB123 para motocicletas e AB1234 para ABC·1234 em todos os veículos), além de outras modificações, sendo a mais perceptível delas, a mudança da cor do fundo das placas de veículos particulares do amarelo para o cinza. A nova formatação adotada foi a ABC·1234 com um hífen ou ponto entre as letras e os números. Acima da combinação passou a haver uma tarjeta metálica com a sigla da unidade federativa e o nome do município onde o veículo está registrado (UF-Município), devendo esta ser substituída quando o veículo fosse transferido de município sem que houvesse a necessidade de se trocar toda a placa, como acontecia até então. Este procedimento era feito rompendo-se o lacre de segurança (de plástico ou chumbo) e efetuando-se a troca por novo lacre. Esse lacre era a garantia no sistema de que a placa pertencia ao veículo e não podia estar rompido, nem o arame que o liga ao veículo, sob pena de infração gravíssima e apreensão do veículo.[8] A criação de um cadastro nacional unificado de veículos, denominado RENAVAM (Registro Nacional de Veículos Automotores), permitiu a criação desse novo sistema, uma vez que a quantidade máxima de combinações passou a ser de 175.742.424 (26 X 26 X 26 X 9.999, uma vez que as placas com final 0000 não são utilizadas): em 2015 a previsão era que o sistema durasse apenas mais dez anos.[9]
Em comum com o sistema atual, a combinação alfanumérica única atribuída a um veículo passou a não poder mais ser transferida, substituída nem reaproveitada, mesmo após o sucateamento,[10] A exceção é no caso dos veículos "clonados" ou "dublês", que tiveram copiadas a placa veicular e/ou os dados do sistema (número Renavam, número de identificação do chassi mediante adulteração, que segundo a Resolução 670/2017 do Denatran.[11] Este sistema, nos termos da Resolução 789/2019, continua válido, sem data para substituição, deixando de ser utilizado em emplacamentos novos conforme as unidades federativas foram adotando o novo sistema, entre setembro de 2018 e fevereiro de 2020.Em 15 de dezembro de 2010, durante a 40ª reunião de cúpula do Mercosul — realizada em Foz do Iguaçu — foi decidida a implantação de uma placa com especificações técnicas comuns, o dístico do bloco e combinações alfanuméricas escolhidas para cada um dos países integrantes do bloco.[12] A implantação, inicialmente prevista para ser de longo prazo, previa o uso para veículos de carga e de passageiros em 2016 e para os demais veículos em 2018.[13] O design básico foi obra de um argentino, Nelson Sarmiento, cujo projeto, que representou o país dentre as propostas para a placa comum, foi aceito por unanimidade pelos demais integrantes do bloco.[14]
Planejadas para 2016, adiadas para 2017[15][16] e em vigor a partir de 11 de setembro de 2018, as placas possuem novo visual, com o fundo branco e, na parte superior, o nome do país, como é o modelo Mercosul.[17] Conforme a Resolução Contran nº 510/2014,[18] revogada e substituída pela Resolução n° 590/2016 do Contran,[19] as placas foram propostas para implantação com as seguintes características:
Conjunto alfanumérico com quatro letras e três números;
Fundo branco com a margem superior azul, contendo ao lado esquerdo o logotipo do MERCOSUL, ao lado direito a Bandeira do Brasil e ao centro o nome B R A S I L;
Ser afixadas em primeiro plano, sem qualquer tipo de obstrução à sua visibilidade e legibilidade;
Conter 7 (sete) caracteres alfanuméricos estampados em alto relevo, com combinação aleatória de 4 (quatro) letras e 3 (três) números, a ser fornecida e controlada pelo DENATRAN, gravadas pela técnica do estampado a quente. Segundo o Denatran, serão possíveis quase 500 milhões de combinações diferentes (26 X 26 X 26 X 26 X 999), contra as pouco mais de 175 milhões de possibilidades do atual modelo brasileiro.
Embaixo da bandeira do Brasil deveriam constar, ainda, a bandeira da unidade federativa (UF) e o brasão do Município do licenciamento, bem como o respectivo nome da localidade por extenso. As tarjetas das placas do sistema anterior, que contêm a UF e o município de licenciamento e que podem ser trocadas a cada mudança de domicílio do veículo deixaram de existir com o advento do novo sistema. Posteriormente, as indicações estaduais e municipais foram eliminadas com a Resolução 748, em 2018.[20]
Em 6 de março de 2018 o Contran baixou a Resolução n° 729[21] estabelecendo o sistema de placas de Identificação de Veículos no padrão disposto na Resolução Mercosul/do Grupo Mercado Comum nº 33/2014.

fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Placas_de_identifica%C3%A7%C3%A3o_de_ve%C3%ADculos_no_Brasil#Hist%C3%B3ria

Cuiabá Placas

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A PRENSA INTELIGENTE possui características inovadoras como:
Login biométrico de operadores – Previne o uso não autorizado do equipamento;
Controle Remoto de operações – A partir de computadores ou dispositivos móveis;
Controle óptico de ferramentas de estampagem – Evita os erros de gravação;
Sistema automático de identificação dos blanks – Bloqueia a estampagem de material não autorizado;
Verificação do chassi – Identifica adulterações no CHASSI/MOTOR, impedido a produção da placa para veículos irregulares.

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A HOT STAMP tem Como objetivo de dificultar a ação de quadrilhas especializadas em adulteração de placas veiculares e auxiliar os órgãos de fiscalização na identificação deste tipo de crime, foi desenvolvida, especialmente para o mercado brasileiro, a Bio Stamp e fitas de Hot Stamping de segurança, que é um exemplo de tecnologia e segurança aliada à sustentabilidade.

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As medidas das novas placas veiculares padrão Mercosul são as mesmas das placas já utilizadas no Brasil
(40×13 cm- carro)
(20×17 cm- moto)
As novas placas possuem 4 letras e 3 números distribuídos aleatoriamente, proporcionando mais combinações que o modelo da placa cinza.

Endereço 

Av. Isaac Póvoas, 472  
Cuiabá - MT cep 78005-340 



Contato 

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cuiabaplacas@gmail.com cuiabaplacas@cuiabaplacas.com.br 
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